Existe o tempo do julgar,
o tempo do sondar,
o tempo do esperar,
do saber,
do saber esperar,
do desesperar-se
do desistir.
E volta o tempo do insistir,
e tudo recomeça,
como numa montanha-russa,
que a gente não quer que pare nunca,
até sentir-se entorpecido de tanta dor.
Ou até que outra dor, maior ainda,
se sobreponha àquela.
Existe um tempo — mínimo—
pra se fingir feliz.
o tempo do sondar,
o tempo do esperar,
do saber,
do saber esperar,
do desesperar-se
do desistir.
E volta o tempo do insistir,
e tudo recomeça,
como numa montanha-russa,
que a gente não quer que pare nunca,
até sentir-se entorpecido de tanta dor.
Ou até que outra dor, maior ainda,
se sobreponha àquela.
Existe um tempo — mínimo—
pra se fingir feliz.
Ivy
12/01/99
12/01/99
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